Como funciona uma análise de risco?​


Essa é aquela pergunta em que você inclina a cabeça para cima, levanta a sobrancelha, talvez faça um leve biquinho e pergunta a si mesmo:​

“Como funciona uma análise de risco?”​

Pois é, meu caro amigo e minha cara amiga dentista, vamos trazer para você como isso funciona. Mas também já vamos colocar outra pulga atrás dessa orelinha:​

“Será que só a análise de risco é o suficiente para tomar uma decisão?”​

Já te adiantamos que não… Mas isso vamos falar mais adiante. Segue com a gente!​

O que é análise de risco?

Antes de entender o “como”, é importante saber o “o que”. O que é então a tal análise de risco?​

É uma verificação da capacidade que o consumidor possui de honrar seus compromissos financeiros no futuro. Essa capacidade é transformada em pontuações, também conhecidas como score, que vão de 0 a 1000. Quanto mais pontos, menor a chance de inadimplência.​

Olhando assim parece bem simples, certo?​

Mas como funciona na prática esse processo?​

Como é calculado o tal risco para o mercado?​​

Essa pergunta nós já respondemos em outro blog aqui da QuickCheck:​

“Como sei que meu paciente é um bom pagador?” (CTA É A FRASE P/ BLOG 01 DE MAIO).​

Vamos recapitular: A Serasa, que é a mais conhecida no mercado, usa quatro fatores determinantes para o cálculo do seu score e do seu paciente. Ou seja, é o mesmo modelo para qualquer área.​

1. . Histórico Financeiro – Aqui são considerados os pagamentos realizados nos últimos 12 meses, caso o Cadastro Positivo esteja ativo. O histórico de dívidas enviadas pelos credores nos últimos cinco anos, inclusos no cadastro de inadimplentes.​

2. Compromisso com crédito – Significa o valor total dos compromissos que foram assumidos com contratos de crédito, como financiamentos, empréstimos ativos, limite do cartão de crédito, entre outros. São avaliados os últimos 12 meses de informações disponíveis no Cadastro Positivo, caso ele esteja ativo.​

3. Consulta ao CPF – Essa informação é adicionada na análise do perfil financeiro porque prevê se a renda provavelmente estará comprometida no futuro.​

4. Evolução da saúde financeira – Cada etapa da vida influencia a pontuação de crédito. Por exemplo, quanto mais jovem uma pessoa é, mais recente é seu relacionamento com o mercado financeiro. É essencial construir um histórico de crédito positivo com as instituições financeiras para que, ao longo dos anos, seja mais fácil conseguir mais crédito.​

Será que só a análise de risco é o suficiente para tomar uma decisão?

Como já dito… Não!​

Obviamente conhecer o “score” do seu paciente é de extrema importância.​

Porém, como identificar o valor da parcela com que o paciente pode se comprometer, sem torná-lo um potencial inadimplente?​

Essa é a pergunta-chave: Qual o número e o valor da parcela que facilitam a negociação, cabem no bolso do meu paciente, reduzem risco de inadimplência e aumentam as minhas vendas?​

É aí que entra a QuickCheck!​

Além do score e das restrições, a QuickCheck fornece recomendações de planos de parcelamento.​

E não paramos por aí: disponibilizamos também o potencial presumido de compra de cada responsável pelo pagamento.​

Simples assim! Tudo isso em um clique!​